Guerra dos browsers. Morte ao IE6 e vem aí o RockMelt
Estamos assistindo, nos últimos anos, a segunda guerra dos browsers. A primeira, todos sabem, foi na década passada entre a Microsoft e a Netscape.
Mas agora a briga é outra. Novos competidores entraram na disputa com a antes solitária vencedora Microsoft e seu odiado – ao menos pela comunidade de desenvolvedores e usuários mais antenados – Internet Explorer.
Entre 1995 e 1999, durante a primeira guerra dos browsers, não existia o Firefox nem o Chrome, do gigante Google. W3C e Padrões Web também não tinham tanta presença na rede, Opera e Safari? Nada disso. A Microsoft reinou absoluta e impôs com sua força de mercado o uso do IE.
Mas um movimento recente vem chamando atenção. Se trata da postura de grandes empresas perante à presença no mercado do arcaico IE6. O Google com o Youtube e o Orkut já deu o aviso de que não dará mais suporte ao IE6. O mesmo fizeram outros grandes sites.
É claro que não é tão simples assim. Decretar a morte de um browser obsoleto é apenas o ínicio do trabalho.
Rockmelt.
E como já não bastasse todo este barulho no mercado de browsers, vem aí mais um nome de peso. E que nome. Trata-se de Marc Andreessen, criador da Netscape. O mesmo que protagonizou a briga com a Microsoft.
Ao que tudo indica, ele está de volta com o Rockmelt, um novo browser que, segundo palavras do próprio Andreesen, está sendo criado do zero. Para uma nova web que passou de páginas estáticas para complexos sites, serviços e aplicativos.
É esperar pra ver!
Já que chegou até aqui, que tal ler isto?
- Julio Bitencourt
- dia 20 de agosto de 2009
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Djalma Toledo disse:
Torço para Microsoft perder essa guerra, por ter feito nós desenvolvedores carregar a cruz do IE6 durante todo esse tempo…
26 de agosto de 2009 às 10:46 am
valew pela informação mais um post Perfeito. -
Robson Cavalcante disse:
rapaz, mais um?
Deus me livre!!! Se criar site para dois ou três já é complicado, imagine mais um chegando.
Esperar para ver!
27 de agosto de 2009 às 12:59 pm -
admin disse:
@Robson, Acredito que não teremos este problema. Quanto mais concorrência melhor!
27 de agosto de 2009 às 5:21 pm

